Sobre o Projeto

Mulher no Esporte

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A inserção da mulher no esporte, especialmente a brasileira é um fenômeno visível aos olhos que quem frequenta parques, academias, quadras e provas como corrida de rua e esportes de aventura.

 

Por Que Mulher no Esporte?Pensando nisso, o médico ortopedista Adriano Leonardi e o personal trainer e fisiologista do esporte Diego Leite de Barros, em Dezembro de 2012 decidiram unir força de trabalho e conhecimento técnico e idealizaram o projeto MULHER NO ESPORTE.

 

Contamos com a colaboração de grandes colegas médicos para trazer informações específicas e atuais da relação entre a mulher e o esporte, incluindo treinamento, alimentação, prevenção e tratamento lesões típicas do sexo. E, também, pelo fato das mulheres possuem algumas diferenças em relação ao homem. Dentre elas valem a pena destacar:

 

  • Maior flexibilidade;
  • Maior fidelidade entre treinador e atletas;
  • Intuição diferenciada;
  • Maior determinação nas ações;
  • Maior risco de lesões.

 

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A História da Mulher no Esporte

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Nem sempre as mulheres puderam participar de competições ou até mesmo praticar esportes. Isso, sem dúvidas, é fruto de muito esforço e luta de movimentos feministas.

 

Por Que Mulher no Esporte?Na Grécia Antiga (776 a.C. a 393 d.C.), iniciaram-se as Panatéias (primeiros jogos olímpicos), considerado evento esportivo mais importante do planeta. Tal evento era tido como festa religiosa, onde competidores se reuniam a cada quatro anos em comemorações aos Deuses marcadas por jogos e lutas. A participação da mulher era proibida, até como espectadora. O motivo alegado era que mulheres poderiam ter danos fisiológicos, já que o acesso ao Stadium, local das provas, era muito íngreme.

 

Na Grécia a lei de participação da mulher em esportes era tão rígida que no regulamento dos jogos, artigo 5º, dizia que as mulheres casadas não podiam assistir as competições, com sanção de morte.

 

Entretanto, Caripátida desobedeceu a esta lei ao assistir a participação de seu filho, Psidoro, no pugilato. Disfarçou-se de treinador ao colocar uma túnica e ingressou no local dos jogos. Psidoro venceu a competição e Calipátira acabou invadindo a arena para abraçar seu filho, quando foi descoberta. Mas acabou não sendo punida por ser de família influente de esportistas campeões olímpicos.

 

No Brasil, pode-se considerar que a nadadora Maria Lenk foi um marco para a prática do esporte feminino. Filha de imigrantes alemães que vieram ao Brasil em 1912, foi a primeira nadadora brasileira a estabelecer um recorde mundial e deu ao Flamengo diversos importantes títulos.